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While searching for a bug in ropemode I found the python-mode. It is everything you need for python development in VIM in one package. The autocompletion is much better than omnicomplete and everything is wired to easy shortcuts. I spent quite some time installing all the packages I needed, python-mode is just one checkout into the pathogen directory!!

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Mesmo que você seja exclusivamente desenvolvedor front-end ou programador e passe bem longe de qualquer assunto relativo a design é importante saber um pouco sobre tipografia. Afinal, a maior parte do conteúdo da web é texto. Alguns até argumentam que 95% da informação disponível na internet está em linguagem escrita… Estatísticas polêmicas a parte, o fato é que é fundamental começarmos a tratar a tipografia não apenas como algo bonitinho e sim como uma parte fundamental da user interface.

Se a maior parte do tempo que um usuário gasta em um site é lendo o conteúdo é nossa obrigação fazer disto uma tarefa fácil e agradável. A regra fundamental de “não faça o usuário pensar” deve também ser estendida a tipografia. Podemos adicionar “não faça o usuário forçar a vista”, “não faça o usuário colar a cara no monitor para entender o seu conteúdo”… Um site deve ser fácil de usar e para isto ele precisa ser fácil de ler. E usar desculpas do tipo “Ah, mas ele pode aumentar o tamanho do texto pelo browser” é demagogia pura. Imaginar que todo usuário final sabe configurar o tamanho do texto é uma ilusão confortável. Minha tia demora para encontrar o ícone do jogo de paciência na área de trabalho e me liga toda vez que precisa espetar o pen drive na entrada USB… Conhecer tipografia é garantir que o seu usuário tenha uma boa experiência de navegação independente de seu nível de conhecimento técnico e, consequentemente, que seu cliente não perca visitas. Para isto é necessário conhecer alguns conceitos básicos. E pode ser até divertido… Não vou vomitar regras neste artigo nem ensinar como criar e escolher fontes. A minha intenção aqui é fornecer algumas dicas teóricas e práticas sobre como melhorar a experiência de leitura na internet. Vamos a elas!

(E não. Simplesmente ficar longe da Comics Sans não te faz um expert em tipografia para a internet.)

Alinhamento

A nossa direção natural de leitura no ocidente começa pelo canto superior esquerdo e depois caminha para a direita. Este é um dos motivos pelos quais textos alinhados a esquerda ou justificados são mais fáceis de ler, já que todas as linhas são iniciadas em um mesmo ponto.

Blocos de texto alinhados a direita são difíceis de ler já que o ponto inicial de cada linha é completamente irregular. Textos centralizados também possuem o mesmo problema, mas podem ser usados para destacar blocos curtos de informações como títulos e citações.

O caso de textos justificados é um pouco mais complexo. O problema principal aqui é que na internet não existe hifenização. Por conta disto lacunas (também conhecidas como rios) são criadas entre as palavras o que torna a leitura muito desagradável. Ou seja, justifique apenas textos bem curtos que você possui um controle total. Palavra por palavra. Se é algo dinâmico esqueça pois muitas vezes o cliente final não vai ter este tipo de cuidado….

É claro que nenhuma destas regras é inquebrável. Mas para quebrar regras é necessário primeiro conhece-las bem. Então se estiver na dúvida sobre qual alinhamento escolher faça o seguro e alinhe à esquerda sem justificar.

Classificação de Tipos

A tipografia para internet é dividida em 5 famílias genéricas de fonte. Existem outras divisões e categorias utilizadas em design. Mas como o foco aqui é internet, só vou destrinchar o que está valendo para a web. As imagens dos exemplos abaixo foram retiradas da documentação da W3C no esboço CSS Font Modules Level 3.

Serif

São os tipos que contem serifas, ou seja, pequenos traços, ornamentos e/ou prolongamentos que ocorrem no fim das hastes das letras.
Exemplos de tipos: Times New Roman, Baskerville, Bookman, Century, Georgia, Garamond e Rockwell.

Sans-serif

Literalmente “sem serifa”. Este conjunto de tipos possui caracteres com hastes simples, sem nenhum tipo de ornamento.
Exemplos de tipos: Helvetica, Arial, Futura, Gill Sans, Univers e Frutiger

Cursive

As fontes desta familia possuem caracteres inclinados, ligados e/ou conectados remetendo a escrita manuscrita. Também conhecida como Script ou Brush.
Exemplos de tipos: Comic Sans MS, Blackadder ITC, Lucida Handwriting, Brush Script

Fantasy

São fontes puramente decorativas, mas que ainda representam caracteres. Normalmente não possuem uma boa legibilidade.
Exemplos de tipos: Papyrus, Impact, Haettenschweiler, Copperplate

Monospace

Todos os caracteres das fontes monospace possuem a mesma largura fixa. Este tipo é frequentemente utilizado para códigos de computador.
Exemplos de tipos: Courier, Prestige Elite, Fixedsys e Monaco

Algumas fontes podem entrar em mais de uma categoria. Por exemplo a Courier é monospace E serifada.

Qual família escolher

Não vou entrar muito neste mérito por que isto já seria conteúdo suficiente para não apenas um artigo mais livros inteiros sobre o assunto… Mas, considerando a internet como meio, muitas vezes a escolha recai entre as duas principais categorias serifa e sem-serifa. Afinal, ninguém em sã consciência vai utilizar um tipo fantasy ou cursive para longos blocos de texto na web. Eu espero. Por um tempo existiu um mito de que fontes sem serifa tem a legibilidade melhor na internet por que os browsers renderizam as serifas com menos nitidez… Mas isto só é valido se você for considerar um font-size menor que 12 pontos. Em tamanhos maiores as duas categorias ficam empatadas e o que deve ditar a escolha é o estilo geral do design da página. Se você não é designer e não faz ideia como escolher, o tipógrafo Oliver Reichestein criou uma analogia interessante: Os tipos serifados são como padres e os sem serifa são como hackers. Vou explicar melhor… Um não é exatamente melhor que o outro, mas padres possuem uma visão de mundo mais autoritária, enquanto hackers são mais democráticos. É uma dica interessante, mas não leve isto tão a sério. Não da para resumir toda a história da tipografia em uma analogia. Combinar os dois tipos de fonte também pode causar um efeito de contraste interessante.

Tamanho

Se você fez trabalhos para escola ou faculdade provavelmente se lembra daquelas regrinhas da ABNT para diagramação de texto como tipo Times New Roman, tamanho 12, espaçamento entrelinha 1.5. E isto é bom. Para um papel. O computador não é um papel. O tamanho padrão de texto de um browser é 16px. Este não é um número aleatorio. Ele foi escolhido por uma razão. Quando lemos um livro ou um trabalho acadêmico seguramos o papel a uma distância bem próxima dos olhos. Quando mexemos em um computador desktop ou notebook a distância em relação a tela é muito maior. Por isto é necessário que o texto esteja em um tamanho confortável em relação a esta distância. E isto deve ser customizado de acordo com a mídia, afinal, esta distância de leitura também vai variar em um smartphone, tablet, televisão… E todos estes fatores devem ser levados em conta. No geral, quanto maior a distancia do leitor em relação ao meio maior deverá ser o tamanho da letra. Se estiver na dúvida faça o seguro e utilize 16 px.

A unidade de medida ideal

Existem diversas medidas para texto aceitas para tipografia na internet. São elas ponto (1/72 de uma polegada), pica (12 pontos), milímetro, porcentagem, EM e pixel. Vou me focar nas duas últimas já que são as mais utilizadas para a web.

Para quem não sabe 1 EM (ou um quadratim) é uma medida relativa e corresponde ao tamanho do corpo quadrado da letra M de uma fonte. Já um pixel é uma medida absoluta e corresponde ao menor ponto possível em uma tela digital (a densidade de pixels pode variar de acordo com a mídia, mas isto é papo para outra hora).

Em todos os meus trabalhos para internet eu utilizo a medida EM para textos. Isto pode ser encarado como uma questão pessoal, mas eu tenho alguns argumentos a favor do EM. E não muitos em favor dos pixels…

Usabilidade. Pode ser minoria mas existe sim quem queira alterar o tamanho do texto pelo browser. Principalmente pessoas com algum tipo de deficiência visual. Você não quer que o seu layout quebre nesta hora, certo? E no caso de zoom? O texto fatalmente ficará rasterizado se você utilizar qualquer medida absoluta como é o caso dos pixels.

Design responsivo. Sempre surge um aparelho novo para complicar a vida dos devs. Por mais que estejamos preparados para smarthphones, tablets e computadores, o que fazer quando surge algo fora destes padrões? Sair por aí editando o código de todos os sites que você já desenvolveu? Largar o cliente na mão? Ficar caçando break points em pixels é um trabalho sem fim e desnecessário… Utiizar EM é garantir que seu texto possuirá boa legibilidade independente do tamanhos de tela.

Proporção. Eu sou designer e desenvolvedora front-end. Mas existem pessoas que dedicam suas vidas inteiras a tipografia e não é a toa. É uma ciência complexa e não tão subjetiva assim. Principalmente quando o assunto é proporção e distância, a questão deixa de ser gosto pessoal e passa a ser matemática. Por isso, mesmo no caso de paddings e margens, quando se trata de textos é melhor utilizar EM. Isto acontece por que 1 EM é exatamente igual ao valor quadrado da fonte ou seja, sua margem vai ficar simétrica e proporcional. E mesmo que você altere a família tipográfica, não será necessário também alterar as distâncias.

E uma dica

Esta regrinha é meio manjada mas é sempre bom relembrar. Você está com preguiça de calcular? Finja que EMs são pixels com um ponto no meio! Padronize para o CSS a regra { font-size: 62.5%; }. Desta maneira 1 EM equivalerá a 10 pixels. Com a base decimal fica muito mais fácil de realizar a conversão. Se você precisar de 12 pixels, por exemplo, é só colocar 1.2em, 16 pixels serão 1.6 em, etc…

html {
font-size: 62.5%;
}

Largura dos blocos de texto

É necessário também um cuidado especial com a composição do texto. Se o tamanho das linhas for muito largo ou muito estreito isto dificulta a leitura e cansa o olho mais rápido. De 10 a 15 palavras por linha é a quantidade ideal. Ou cerca de 65 caracteres (incluindo espaçamento).

O escritor e tipógrafo Robert Bringhurst criou uma regra útil que você pode utilizar se se você quiser uma medida ainda mais precisa para a largura. Basta multiplicar o tamanho da sua fonte em pixels por 30 que você terá a largura ideal. Por exemplo se o tamanho do texto é 16px multiplique por 30 que você terá a largura certa para a sua coluna (no caso 480px). Considerando um font-size de 62.5% o resultado final ficaria assim:

p {
font-size: 1.6em;
max-width: 480px;
}

Peso

O peso é a grossura dos caracteres de um tipo. Este atributo é definido pela propriedade font-weight. Pode ser normal, bold (negrito), bolder (mais negrito) e lighter (mais fino). Ou ainda, se estas opções estiverem disponíveis na fonte que você escolheu, variar entre um valor numérico de 100 a 900. Sendo a correspondência:

  • 100 – Thin
  • 200 – Extra Light (Ultra Light)
  • 300 – Light
  • 400 – Normal
  • 500 – Medium
  • 600 – Semi Bold (Demi Bold)
  • 700 – Bold
  • 800 – Extra Bold (Ultra Bold)
  • 900 – Black (Heavy)

Cuidado aqui. Principalmente se você for usar uma fonte não web-safe. Se o peso da fonte estiver em numerais e você utilizar “bold” o seu browser irá automaticamente criar um falso negrito em torno da fonte. E isto vai atrapalhar bastante o design dela, que ficará com um aspecto grosseiro e com diferenças sutis, porém perceptíveis, na renderização de cada navegador… Verifique com cuidado quais opções de peso estão disponíveis ao escolher uma fonte. Famílias gratuitas normalmente tem opções limitadas, enquanto fontes pagas possuem uma variedade maior de pesos. Para evitar este problemas utilize a regra font-weight: normal em seu reset. Principalmente se você estiver utilizando um normatizador como o HTML5 boilerplate.

h1, h2, h3, h4, h5, h6 {
font-weight: normal;
}

Contraste

Ler em um monitor é cansativo. Isto acontece por que as telas são iluminadas e ficar olhando muito tempo para fontes de luz é incomodo. Para minizar esta condição é fundamental tomar um cuidado com o contraste de cores do texto.

Ah, o contraste 100% no caso de monitores também não é recomendável. Quando a cor do fundo for completamente branca um cinza bem escuro como #333 ou #444 é mais confortável para leitura do que o preto total (#000).

Lembre-se que contraste não é apenas cor. Contraste é tamanho, peso, distancia… É necessário que os links, por exemplo, possuam algum elemento que os diferencie dos demais elementos. E isto também é uma questão de usabilidade.

Ritmo Vertical

O ritmo de um texto é definido pela hierarquia de tamanho da fonte, distancias de margens, espaçamento e entrelinhas. O ideal aqui é criar um grid horizontal para manter o ritmo equilibrado.

Ritmo vertical é um assunto complexo que poderia render um artigo inteiro… Mas se você for levar daqui apenas uma informação se preocupe com o valor entrelinha (line-height). Algo como 140% da altura da fonte é uma boa medida padrão. Se você quiser ser ainda mais preciso pode utilizar alguma ferramenta de calculo com base na proporção aurea como a Golden Ratio Typography Calculator.

Usar números múltiplos para o tamanho das fontes também é uma boa pedida (por exemplo: 16 pixels para o texto e 32 pixels para um titulo). Manter margens e espaçamentos proporcionais também é uma ótima prática.

Ligaturas

Ligatura ou ligadura em tipografia é quando uma ou mais letras (ou sinais gráficos) são ligadas e passam a ser representadas em um único caractere. A partir do CSS3 já é possível utilizar essa feature para web no caso de fontes Open Type. Para isto basta avisar o browser que você deseja ativar esta opção.

h1 {
font-feature-settings: 'liga';
-webkit-font-feature-settings: 'liga';
-moz-font-feature-settings: 'liga';
-o-font-feature-settings: 'liga';
}

Conclusão

Agora é só aplicar o que você aprendeu, pequeno padawan. Você pode utilizar a regra do @font-face (se não sabe como tem um artigo aqui no próprio Tableless sobre isto) ou alguma biblioteca de fontes como Google Fonts ou Typekit. Você pode até mesmo fazer o seguro e utilizar os nossas boas e velhas amigas web safes. Mas não importa qual fonte você escolha, o importante é ter em mente que texto é interface e não decoração.

Capitalização, kerning, condensamento, estilo, extenção, altura x, font-stacks, fallbacks… existem muitos temas sobre tipografia web que não foram cobertos neste artigo. É um mundo inteiro de possibilidades e este é apenas um ponto de partida para criar layouts com boa legibilidade e leiturabilidade. E deixar a web um lugar um pouco mais amigável.

Dicas de Leitura

CSS Fonts Module Level 3
The 100% Easy-2-Read Standard
Web Design is 95% Typography
Reactions to 95% Typography
Five simple steps to better typography
The Perfect Paragraph
On Web Typography
CSS Typography: Techniques and Best Practices
Oliver Reichenstein: We are the Medium
Compose to a vertical rhythm

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Galera, vamos rever um dos filmes mais engraçados da Sessão da Tarde.

Um grupo de de motoristas barbeiros liderados pelo malandro Dana Cannon (John Murray, irmão de Bill Murray) tem suas habilitações apreendidas e precisa entrar numa Escola de Trânsito para poderem voltar a dirigir. O que já não é tarefa fácil graças a dupla de mal-humorados guardas Halik (James Keach) e Morris (Lisa Hart Carroll), que foram rebaixados a professores do curso por causa de Dana Cannon.

O que parecia difícil torna-se impossível quando Halik une-se a corrupta Juíza Henderson (Sally Kellerman) para reprovar os alunos e assim desviar o dinheiro da venda dos respectivos carros do município para os bolsos deles. Isso faz com o bando de malucos da Escola de Trânsito corra atrás de provas para salvar seus carros e incriminar o casal.

Trânsito Muito Louco (Moving Violations) foi dirigido por Neal Israel e seu parceiro Pat Proft, roteiristas de Loucademia de Polícia. Israel também foi o cineasta responsável por comédias como A Última Festa de Solteiro e Olha Quem Está Falando. O longa metragem é cheio de personagens padrão das comédias politicamente incorretas dos anos 80.

Enquanto Dana Cannon e Halik são uma versão do Mahoney e do Harris de Loucademia de Polícia, o filme conta com outros personagens caricaturais típicos como a intelectual gostosa, o nerd apaixonado por uma mulher maluca, o fã de filmes de terror (antecessor da dupla de Curso de Verão), a mulher respeitável que esconde um lado sadomasoquista, a gordinha hipocondríaca, o garoto negro certinho e a velhinha senil… que rouba a cena cada vez que aparece.

A dublagem pro português também é clássica, mas curiosamente no Brasil muita gente confunde Trânsito Muito Louco com o Sem Licença Pra Dirigir mas apesar de serem comédias sobre carros e passarem na Sessão da Tarde, os dois são completamente diferentes.

O que é interessante é como o filme é repleto de todas as piadas recorrentes das comédias dos anos 80 e mesmo assim funciona muito bem revendo hoje em dia. Arrisco até dizer que envelheceu melhor que a maioria dos filmes do Loucademia de Polícia. Ainda reserva alguns momentos inesquecíveis como os personagens do John Murray e da Jenifer Tilly transando em gravidade zero, o carro preso na linha do trem e principalmente a louca cena de perseguição do final.

Esse clímax do filme, aliás, é um exemplo de como dar trabalho produzir uma comédia. A sequência é bastante complexa envolvendo várias ações em lugares diferentes que se cruzam alucinadamente, com muitos personagens e um sem fim de figurantes… e ainda é engraçada pra caralho, tanto como era antes.

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Recentemente, tem havido várias discussões muito boas em torno do papel de um SEO e como as estratégias de SEO estão evoluindo para incluir mais táticas (PR, social, conteúdo, CRO, etc.). Na minha opinião, o papel de um SEO não mudou muito, uma vez que o foco ainda está na condução de mais tráfego orgânico para os sites de seus clientes. Se os consultores de SEO querem dominar mais do funil, a denominação deverá mudar par, assim,a apoiar um papel mais amplo que inclui vários canais, em vez de mudar o que o termo “SEO” em si significa.

Um conhecimento em SEO definitivamente fornece uma base sólida para obter propriedade de campanhas integradas de marketing que abrangam tópicos como os mostrados na imagem a seguir:

Para este artigo, vou focar em duas áreas-chave de SEO. São elas:

  •  Além de palavras-chave
  •  onteúdo que funciona

Meu objetivo principal para este artigo é mostrar que o  SEO tem as habilidades necessárias para se tornar proprietário de um funnel, sem ter que mudar o termo SEO. Para facilitar a compreensão a absorção do assunto, vou dividir o artigo em duas parte – assim também evito que ele fique cansativo.

Vamos começar!

1. Além de palavras-chave

O que bons SEOs já fazem:

  • Comportamento do modelo de pesquisa em todo o funil: bons profissionais de SEO têm habilidade na arte de modelar o comportamento do usuário em uma busca, através de um ciclo de busca. Eles procuram identificar quais perspectivas de linguagem relevantes estão usando para o seu negócio. Como eles refinam sua busca em cada fase do ciclo e o que a concorrência em potencial significa para cada uma de suas frases-alvos. Isso ajuda a identificar as palavras-chave que uma empresa pode completar (tendo orçamento e recursos em conta), que conteúdo deve ser desenvolvido para cada frase, e quais são as palavras-alvo para a sua estratégia de link building.

O bom SEO irá fazer:

  • Medir head tail vs long tail: eles usam segmentos avançados no Google Analytics para dividir esse tráfego por comprimento de palavra-chave (obtenha segmentos avançados para comprimentos de palavra-chave aqui). Isso permite aos SEOs que coloquem palavras-chave dentro de head, body e tail, adicionando estatísticas acumuladas da competição e ROI potencial.
  • Lista de palavras-chave do funil: eles prestam muita atenção nos dados de fontes como o Google Trends e Google Instant (UberSugget.org) para procurar as palavras-chave do topo do funnel que não estão mapeadas contra a intenção comercial, mas em vez disso sua única finalidade é atrair pessoas em fase de consciência e começar a fazer crescer a marca on-line.
  • Criar palavra-chave: os bons SEOs irão mapear palavras-chave em todo o ciclo de compra de uma empresa, incluindo a grande quantidade de informações extra sobre as palavras-chave. Neste exemplo, nós simplesmente adicionamos o potencial de receita a partir de uma palavra-chave e da dificuldade da palavra-chave da ferramenta SEOmoz de mesmo nome. A palavra-chave de cor verde é aquela cujo volume de pesquisa está subindo rápido (dados do Google Trends).

  • Criar mapas de conteúdo: o bom SEO também vai pegar todos esses dados e mapeá-los contra o conteúdo já existente ou criar um novo conteúdo adequado para a frase-chave alvo.

O SEO mais esperto pode até começar a pensar sobre o porquê certas páginas atrairão links e construir isto no projeto.

Se precisar de mais informações sobre a pesquisa de palavras-chave, você pode dar uma olhada:

  1. Guia de Pesquisa de palavra chave ViperChills
  2. Guia para Pesquisa de palavra chave KissMetrics
  3. Guia de SEOmoz para Pesquisa de palavra chave

 Eu quero mais desse funil

O que os bons proprietários de um funil fazem:

  • Modelam o cliente todo: sou obcecado por modelagem perssoal, provavelmente devido a minha experiência em desenvolvimento de software, e já falei sobre isso anteriormente aqui. A modelagem pessoal não é novidade nenhuma e os comerciantes mais ligados têm usado isso para ajudar o marketing de sua marca, o design do site, e UI. Na verdade, o SEOmoz fez um ótimo vídeo sobre o tema em 2008, com Ian Lurie e Fishkin Rand! A modelagem pessoal é uma tarefa crítica e o SEO pode aplicar suas habilidades para desempenhar esta função.

No mundo de dados orientado de hoje, existem muitos lugares para adquirir dados sobre seus clientes em potencial:

Eu rotulei essas estratégias como fácil ou difícil de implementar com base nas minhas experiências. O tipo de dados que você recebe de volta depende muito do mercado no qual você está inserido (note que coloquei um ponto de interrogação em relação aos dados psicográficos no Facebook, já que isso é algo só comecei a dar atenção recentemente – e isso graças a todas ótimas informações de @aimclear em fontes como este artigo, este artigo, e sua sessão MozCon).

Como Ian havia mencionado no vídeo acima, muitas pessoas que trabalham com a modelagem pessoal continuarão confiando no instinto. Com todos esses dados, você pode começar a validar seu palpites muito mais rápido. Por exemplo, se usarmos os sete passos que o Ian forneceu no vídeo (veja abaixo), podemos ver onde nossos dados podem ser aplicados para ajudar a validar nosso palpites (pense quantos dados mais temos para as nossas perspectivas desde que o vídeo foi feito):

Dica bônus: Durante a primeira etapa (brainstorming), eu recomendo Simon Sineks Talk Ted, e sua palestra Start With Why. Ela ajuda a focar sua mente no tipo de pessoa que você está tentando atrair. Você define por que sua empresa existe e qual é sua visão, e define também a forma de encontrar pessoas que compartilham dessa mesma visão. Por exemplo, SEOmoz é famoso por TAGFEE. Eles acreditam em ser totalmente transparente, cumprindo tudo o que fazem e na construção de uma comunidade mundial de SEOs inteligentes. Você pode ver como isso influencia o tipo de marketing que eles fazem. Se eles começaram com o “O quê?”, Por exemplo, “Nós construímos grandes ferramentas de inbound marketing! Venha buscá-las!”. Começar com “por que” vai ajudá-lo muito.

Agora vou dar um tempo para vocês pensarem no que falei e absorver as informaçãoes! Na próxima semana vamos continuar nossa conversa! Até lá!

***

Este artigo é uma republicação feita com permissão. SEOMoz não tem qualquer afiliação com este site. O original está em: http://mz.cm/PvX5gG



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Quer ter mais ideias? Então abra espaço na sua mente. Você já pensou que pode aumentar e organizar este processo, combinando criatividade e organização?

As inspirações estão por aí, em qualquer lugar, mas precisamos criar as condições certas para cuidar delas. Como um aeroporto, a sua cabeça precisa ter estrutura e tráfego organizado.

Você pode até já ter uma pequena pista de terra batida para decolagem e aterrissagem. Mas, e se quiser mais movimento e produção? Ao organizar o processo, você irá receber melhor os rascunhos, insights e qualquer centelha de projeto criativo. Tudo é uma questão de fluxo e identificação. À medida que novas ideias forem chegando, você poderá aprender a separá-las e guardá-las.

Entre os milhares de pensamentos que passam na sua cabeça diariamente, alguns precisam ser separados e transferidos para uma área de decolagem. No momento certo você poderá analisar e avaliar aqueles que podem levantar voo.

Nosso cérebro é multitarefa, racional e irracional. Sua parte lógica está lendo este texto, mas é preciso também mexer também com a parte intuitiva, sacudir seu inconsciente, mergulhar no fundo do poço.

Sua cabeça deve ser treinada para separar as mínimas reações potenciais do que pode gerar um processo criativo:  um desenho, uma palavra, um diálogo, uma pergunta, um olhar, um grito, um filme ou livro, uma frase lida na rua, muro, cartaz, um gesto ou cena de alguém desconhecido, um objeto qualquer.

Aja rápido. Registre e identifique: desenhe, rabisque, anote, faça um mapa mental, use cores, colagens, fotos. É o ato de separar e classificar estes instantes que vai torná-los visíveis e possíveis de guardar, tirando-os dotráfego acelerado de imagens, palavras e signos  que se perdem a cada segundo entre tantos pensamentos.

Aos poucos você perceberá que destes fluxos constantes você pode extrair mais possibilidades. E saberá identificar, avaliar e preparar as ideias que tem a chance de decolar.

Qualquer ato criativo precisa conjugar bem dois aspectos, lado esquerdo e direito do cérebro, criação e organização, erro e acerto, trabalho e finalização.

Organizar não é limitar a criatividade, é direcioná-la. Prepare sua cabeça para funcionar de dia e noite, com sol ou chuva, atenta ou distraída, sonhando ou desperta.

Um aeroporto não para, uma mente criativa também não. Esta é a base essencial para quem quer alçar grandes voos. [Webinsider]

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Mudar qualquer velho hábito em duas semanas é possível? Pelo menos, começar é.

Com o objetivo de ajudar as pessoas a fazer esta virada, a marca de água mineral Bonafont aprovou o Experiência 15 Bonafont nas suas páginas sociais (facebook.com/BonafontBrasil). Os fãs escolhem um desafio e encaram o cotidiano por 15 dias. Entre os hábitos a serem reavaliados estão: passar a beber 2 litros de água por dia, parar de fumar, não comer fritura, fazer 20 minutos de exercício diariamente, dormir 8 horas por noite e reciclar o lixo de casa.

Mais do que ser mais um aplicativo no Facebook em meio a vários, a ideia aqui é ajudar as pessoas a ter hábitos mais saudáveis, contando com a pressão dos amigos sociais – conceito Peer Empowerment. A equação é simples: se você compartilha seu compromisso com a família e os amigos, fica mais fácil cumpri-lo. Sempre tem alguém para comentar, cobrar, lembrar, chamar a atenção, celebrar e não deixá-lo cair em tentação.

É como diz um ditado das interwebz: o sucesso de uma promessa é diretamente proporcional ao número de amigos com os quais você compartilha esse objetivo. Vamos pressionar:

Renata Mesquita

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This post reviews three Python books that have come out recently:

SciPy and NumPy by Eli Bressert is the smallest book I’ve seen from O’Reilly, aside from books in their pocket guide series. The SciPy and NumPy libraries are huge, and it can be hard to know where to start. This book gives a good, brisk overview.  In addition to SciPy and NumPy, the it also gives a brief introduction to SciKit, in particular scikit-learn for machine learning and scikit-image for image processing.

(Eli told me that he is working on supplementary material for the book. Everyone who bought the book electronically will automatically receive the new material when it is available.)

Python for Kids by Jason R. Briggs is an introduction to programming aimed at kids. It starts with with an introduction to Python and moves to developing a simple game. It seems to me that kids would find the book interesting. It’s about seven times longer than the SciPy and NumPy book. It moves at a slow pace, has many illustrations, and has a casual tone.

NumPy Cookbook by Ival Idris contains around 70 small recipes, about three pages each. Many of these are about NumPy itself, but the book covers much more than its title would imply. Out of 10 chapters, four are strictly about NumPy. The first chapter of the book is about IPython. Another chapter is about “connecting NumPy with the rest of the world,” i.e. interfacing with Java, R, Matlab, and cloud services. Two chapters are devoted to profiling, debugging, and optimizing performance. There is a chapter on quality assurance (static analysis, unit testing, and documentation). And the final chapter is about Scikits and Pandas.

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Quando escrevi sobre eu não gostar do nome Startup, dei motivos bem pessoais e talvez apenas baseadas em experiências que tive ao abrir minha própria empresa. A ideia de abrir uma startup é bem tentadora, principalmente quando há a possibilidade de compra e isso acaba deturpando um pouco a visão do empreendedor. Startup é uma fase da empresa. É a fase onde você precisa aprender e absorver o quanto puder e não ficar vislumbrado com uma grana que pode ser que nunca venha.

Estava relendo uma parte do livro Rework, escrito pelo pessoal da 37Signals, que fala exatamente sobre o ambiente sedutor que é uma startup. É interessante que o cenário que o livro conta é um pouco diferente do cenário brasileiro. Receber grandes investimentos enquanto sua empresa ainda é uma Startup é relativamente nova aqui no Brasil. Lá fora as startups são lugares onde as despesas e assuntos financeiros não são seu problema e é um lugar onde você gasta o dinheiro de outra pessoa como se fosse o seu. Aqui realidades de investimentos milionários ainda são bem raras.

Ter uma startup no Brasil não é (ainda) como lá fora. Você precisa penar um pouco. Não por que não existem investimentos, por que eles existem e embora raros ainda, estão crescendo bastante nos últimos tempos e isso tem feito alguns empreendedores criarem um cenário mágico sobre ter uma startup. Dinheiro fácil… só que não.

A verdade é que Startups são empresas que ainda não geram dinheiro em caixa, não dão lucro, não se pagam. Você sabe disso quando se aventura em abrir uma empresa, sem investimentos de terceiros, você conta apenas com o seu próprio capital e aí chega o final do primeiro, do segundo, do terceiro mês…

Você não abre uma startup, você abre uma empresa.

Alguns empreendedores que acabam de abrir uma empresa ignoram essa realidade. Geralmente existe aquela despreocupação geral de que startups não se machucam. Que são imunes às leis econômicas que as empresas “normais” se submetem. É difícil de entender que transformar uma startup em uma empresa realmente sustentável e rentável não é algo trivial, pelo contrário, é algo muito, muito difícil de se fazer. Você precisa trabalhar demais. Precisa ter um propósito. Precisa “ser sangue nos zóio, mano”. Convencer o investidor pode ser difícil, mas muito mais difícil que isso é convencer o usuário de que seu produto/serviço é o que ele estava procurando.

A business without a path to profit isn’t a business, it’s a hobby.

Empresas de verdade pensam no retorno financeiro desde o primeiro dia e isso precisa ser uma preocupação diária. Pensar como uma empresa e não como uma “startup” é aumentar suas chances de acertar. Não estou dizendo que é o principal motivo de se abrir uma empresa. Mas obviamente você precisa manter a empresa viva e saudável.

Quando seu ponto focal é ser comprado ou ganhar investimentos de outras empresas, você enfatiza coisas erradas. Você se esforça para agradar o seu possível comprador e não o seu usuário. Isso é obviamente um tiro no pé, por que ninguém vai querer uma empresa com usuários insatisfeitos.

O pessoal da 37Signals fala bem sobre isso. Olha só uma tradução livre:

Vamos dizer que você ignore esse conselho e venda sua empresa e ganhe um belo valor. Então o que? Você se muda pra uma ilha e fica tomando piña colada o dia intero? Isso vai te satisfazer? Você tem certeza de que isso vai ser melhor do que dirigir um negócio que você realmente acredita.

Não é só a sua vida financeira que importa. É por isso que um monte de donos de empresas não param de trabalhar depois do primeiro milhão, bilhão e etc… É muito mais que isso. Depois que o dinheiro pinga no bolso o que sobra é apenas propósito. É por isso que empresários e empreendedores, mesmo falindo uma, duas, três vezes, continuam abrindo empresas… mesmo que fechem novamente mais pra frente.

Existem várias maneiras de ganhar dinheiro, mas não existem muitas maneiras de mudar as coisas ao seu redor de forma que essa mudança realmente faça a diferença na vida das pessoas.
É, eu sei… isso é muito dramático e romântico. Muito Brothers and Sisters… Mas é a real.

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Today I made intermission public. As I mentioned in my post about mysql_role_swap we’ve been working hard to limit / eliminate the impact our operations maintenance tasks have on our customer’s experience.

A few people noticed the /tmp/hold “leftover” in mysql_role_swap script. intermission is a product of that early exploration with coordinating database maintenance with request pausing in the web application tier. I’ve done a good bit of non production testing with intermission, but only limited production testing.

Last Friday we used intermission with mysql_role_swap to move Writeboard’s database to a new server. We had a single user facing exception, and we think it was likely caused by something other than the maintenance. For Friday’s maintenance we enabled request pausing via intermission, ran mysql_role_swap, restarted the unicorn (rails) processes, and then unpaused the requests. Total maintenance time was just a few seconds!

[shared via Google Reader from Papo de Homem - Lifestyle Magazine]

Todo fim-de-ano, tenho um ritual. Releio o texto “Monumento a um jovem monolito“, do André Dahmer, e faço uma autorreflexão. Essas palavras estão descrevendo em alguma medida a minha vida no ano que passou? Me tornei um monolito?

Se a resposta for sim, é hora de jogar tudo pro alto e começar de novo, colega.

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O texto completo é curto. É quase uma oração. Ou um koan. Aqui vai.

Monumento a um jovem monolito

Ao completar trinta anos, você ganhará os olhos duros dos sobreviventes. Só verá sua amada na parte da manhã e da noite, só encontrará seus pais de vinte em vinte dias. E quando seus velhos morrerem, você ganhará um dia de folga para soluçar e gritar que deveria ter ficado mais próximo deles. Sorria, você é um jovem monolito e a vida vai ser pedrada. O trabalho é uma grande cadeia e você sentirá muito alívio por ter uma. A cadeia engrandece o homem, o sangue do dinheiro tem poder. Reze. Reze ajoelhado por uma carreira, dê a sua vida por ela. Viva como todo mundo vive, você não é melhor que ninguém. Porque o dinheiro move montanhas, o dinheiro é a igreja que lhe dará o céu. Sorria, você é um jovem monolito e o mundo é uma pedreira. Eles irão moer você todinho. De brinde, muitos domingos para chorar sua falta de tempo ou operar uma tendinite. Nas terríveis noites de domingo, beba. Beba para conseguir dormir e abraçar mais uma monstruosa segunda-feira. Aquela segunda-feira que deixa cacetes moles e xoxotas secas para sempre. A vida é uma grande seca, mas ninguém sente calor: Nas salas refrigeradas, seus colegas de trabalho fabricam informação e, frios, sonham com o dia dez do próximo mês. Você é o Babaca do Dia Dez, não há como mudar o seu próprio destino. Babaca que acorda assustado, porque ninguém deve atrasar mais de vinte e cinco minutos. Eles descontam em folha e você é refém da folha, do salário, do medo. Ninguém tem o direito de ser feliz, mas você ganhará a sua esmola de seis feriados por ano. E todos nós vamos enfrentar, juntos, um imenso engarrafamento até a praia. Para fingir que ainda estamos vivos. Para mostrar que ainda somos capazes de sentir prazer. Para tomar um porre de caipirinha sentado em uma cadeirinha de praia. É uma grande solução. E você ainda ganhará quinze dias de férias para consertar a persiana, pagar contas, fazer uma bateria de exames. Ninguém quer morrer do coração, ninguém quer viver de coração. Eu não duvido da sua capacidade de vencer: Lembre disso no primeiro divórcio, no primeiro infarto, no primeiro AVC.

Monumento a um jovem monolito

Monumento a um jovem monolito

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No livro Não para a felicidade, de Dzongsar Jamyang Khyentse, ele diz que o dharma, ou caminho budista, foi criado especificamente para virar sua vida de cabeça pra baixo:

Se você pratica o dharma e a sua vida não capotou, então, não está funcionando.

Quando Henry David Thoreau foi preso por se recusar a pagar impostos que seriam usados na Guerra Mexicano-Americana (forte concorrente ao posto de mais canalha guerra de agressão já travada pelos EUA contra um inimigo mais fraco), Ralph Waldo Emerson foi visitá-lo na cadeia e lhe deu um puxão de orelha:

“Henry, Henry, em tempos como esses, o que você está fazendo aí dentro?”

E Thoreau, na lata:

“Waldo, a questão é o que você está fazendo aí fora.”

Ser bem-sucedido e bem-ajustado num mundo escroto pode bem ser indicativo da sua própria escrotidão.

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Compartilhei minha tarefa anual com os amigos aqui do PapodeHomem. Quem não conhecia o texto pirou.

O Gitti pediu pra eu fazer um shot sobre isso, linkando esse outro post que o Fábio Rodrigues já tinha escrito sobre o monolito:

Monumento a um jovem monolito: entre Pedro Bial e André Dahmer

Mas Gitti, respondi eu, não seria redundante escrever sobre isso de novo?

E veio a porrada:

Redundante é ficar postando amenidades e novidades num portal.

O lance é bater de novo e de novo e de novo nas mesmas coisas.

Igual a um masoquista que não cansa de levar chicotada do mesmo jeito, e gosta cada vez mais.

Assim são os leitores e nós e todos que sofrem e desejam a liberação última.

Beleza, falei, mas vou incluir essa resposta no post.

Ao que o Fábio suspirou:

“Seus deliciozinhos.”

Assim é a redação do PapodeHomem.

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Você foi um monolito em 2012?

Vai continuar sendo em 2013?

Será que não existe mesmo outro jeito?

Essa é a única maneira de viver?

Sério?

Pensa de novo.

Afinal, está valendo a sua vida.


Link YouTube | “Monumento a um jovem monolito”, em vídeo..

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Outros textos meus nessa mesma linha:

Ou dê uma moedinha ao violinista cego.

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Visite também o site do André Dahmer. O homem é brilhante.